assinar a newsletter

Filtrar:


Sandra Antunes Ramos

INDIVIDUAL
22 . jun . 2016  -  08 . jul . 2016 , Galeria Millan
abertura 21 . jun . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Sr_8184_9x14_2015
    "Sem Título", 2016
    Colagem, papel vegetal, papel manteiga, tinta, caneta ponta fina e caneta hidrocor
    9 x 14 cm
  • Sr_8278_20x20_2015
    "Sem Título", 2015
    Colagem, tinta, lápis de cor, papel vegetal, caneta hidrocor e caneta metalizada
    20 x 20 cm
  • Sr_8255_20x20_2015
    "Sem Título", 2015
    Colagem, tinta, lápis de cor, papel vegetal, caneta hidrocor e caneta metalizada
    20 x 20 cm
  • Sr_8236_12x12_2013
    "Sem Título", 2013
    Lápis de cor e caneta metalizada
    12 x 12 cm
  • Sr_8248_28x35_5_2014
    "Sem Título", 2016
    Colagem, lápis de cor, papel vegetal, papel metalizado e caneta metalizada
    28 x 35,5 cm
  • Sr_8244_12x12_2013
    "Sem Título", 2013
    Lápis de cor e caneta metalizada
    12 x 12 cm
  • Sr_8246_28x35_5_2016
    "Sem Título", 2016
    Colagem, lápis de cor, papel vegetal, papel metalizado e caneta metalizada
    28 x 35,5 cm

Em sua segunda exposição individual, Sandra Antunes Ramos apresenta, a partir de terça-feira (21/06), na Galeria Millan, quatro conjuntos de novos trabalhos, distribuídos entre o atrium da galeria, a sala principal e o corredor. São novas séries de desenhos, colagens inéditas, e também esculturas – espécies de “desenhos tridimensionalizados”, saltando do papel e adquirindo volume e geografia próprios -, feitas em latão com pintura automotiva.
 
Composta por cerca de 70 novas obras, a exposição, que leva o nome da artista paulista, é uma evolução do trabalho minucioso e diário que Sandra vem desenvolvendo há alguns anos. A escolha do lápis de cor e da caneta – metalizada ou hidrográfica - como principais ferramentas, além da prática da colagem, tem uma razão: “Enquanto o pincel segue a escala do braço, do corpo, o lápis vem da escala da própria mão. E o conceito de todo o trabalho vem dessa escala frágil, sutil e detalhada, que permite impulsividade”, explica Sandra.
 
A consequência dessa prática são novas séries de trabalhos de pequena escala (os maiores têm, no máximo, 28 x 35,5 cm), obsessivos e ao mesmo tempo delicados.
Baixar baixar release
VRIDO | Alguém sonhando longe daqui

DUDI MAIA ROSA | FERNANDO LEMOS
17 . mai . 2016  -  11 . jun . 2016 , Galeria Millan e Anexo Millan
abertura 14 . mai . 2016, 12h - 16h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Fl_7935_40x40_1949_52
    Fernando Lemos
    Eu poeta - Autorretrato, 1949/52
    Gelatina e prata
    40 x 40 cm
  • Dudimaiarosanwslttr
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    126 x 125 cm
  • _mg_1363
    Dudi Maia Rosa
    2016
    Galeria Millan
  • Fl_8004_22x32_1_1955
    Fernando Lemos
    Sem título, 1955
    Nanquim sobre papel
    22 x 32,1 cm
  • Dudimrlow
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    36,5 x 45 cm
  • _mg_0682cut
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    110 x 210 cm
  • Fl_7970_100x100_2015
    Fernando Lemos
    Sem título - Série Sonos, Dormires, Despertares, 2015
    Impressão com pigmentos minerais sobre tela
    100 x 100 cm
  • Fl_7945_40x40_1949_52
    Fernando Lemos
    Espera, 1949/52
    Gelatina e prata
    40 x 40 cm
  • Folder_06low1
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    18 x 21,3 cm
  • Fl_8007_27_9x43_3_2006
    Fernando Lemos
    Sem título - Série Coreografias, 2006
    Nanquim sobre papel
    27,9 x 43,3 cm

A Galeria Millan abre simultaneamente duas novas individuais em seus espaços, no dia 14/5 (sábado): "VRIDO", de Dudi Maia Rosa (Galeria Millan), e "Alguém sonhando longe daqui", de Fernando Lemos (Anexo Millan).

As cerca de 50 obras inéditas, em dimensões variadas, que compõem "VRIDO", nome da nova exposição individual de Dudi Maia Rosa na Galeria Millan, são feitas em resina poliéster pigmentada, procedimento sobre o qual a produção do artista vem se debruçando há algumas décadas e que, nesta mostra, dá origem a novas “famílias” de trabalhos, algumas das quais “homenageiam” (nas palavras do crítico Rodrigo Naves, que assina o texto que acompanha a mostra) o artista Sergio Camargo. Os trabalhos lançam mão de superfícies enervadas por formas pontiagudas, que ora recuam, ora avançam umas contra as outras e em diferentes direções.

A exposição "Alguém sonhando longe daqui", de Fernando Lemos, é uma realização conjunta das galerias Millan e FASS, com curadoria de Paulo Miyada, e ocupa o novo Anexo Millan. Além de celebrar os 90 anos do artista português, a individual marca o lançamento do livro "O Real Como Enigma", com 42 imagens da mostra e textos de Annateresa Fabris, Leonor Nazaré, Maria Teresa Guimarães de Lemos e do próprio Fernando Lemos. A individual foi dividida em três conjuntos de obras: o primeiro é uma seleção de 21 fotografias que Lemos realizou entre 1949 e 1952, quando, em Lisboa, esteve conectado com o círculo surrealista português. O segundo é um grupo de 20 novas obras realizadas entre 2015 e 2016, desenhos em preto e branco ampliados fotograficamente sobre telas de 1 x 1 metro. E o terceiro conjunto traz mais de 30 desenhos feitos ao longo dos 65 anos de carreira do artista.

Baixar baixar release
iTa LíTica Barroca

NIURA BELLAVINHA
26 . fev . 2016  -  19 . mar . 2016 , Galeria Millan
abertura 25 . fev . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Casa_nha-nha-_cortada
  • Frame____07
  • Articulado_nha-nha-___
  • Frame____05_nha-nha-_casa__
  • Frame___2014_nhanha-_1883
  • Frame____10_luz_diagonal_
  • Sem_ti-tulo_2

***VISITA GUIADA com Niura Bellavinha: sábado (19/3), às 11h30, na Galeria Millan.
A exposição “iTa LíTica Barroca”, que abre dia 25/2, quinta-feira, na Galeria Millan, traz a São Paulo o primeiro filme - um média-metragem - realizado pela pintora mineira Niura Bellavinha. Intitulado “NháNhá”, o trabalho é o foco central da nova individual da artista ganha uma projeção na parede do espaço tradicional da galeria.
Com roteiro e direção de Niura, e realizado pela artista junto ao curador Alberto Saraiva, “NháNhá” coloca às vistas do observador a pintura em processo de Niura Bellavinha. Rodada no interior do Brasil, mais especificamente em Minas Gerais, esta obra volta a explorar situações onde o ar torna-se o suporte do pigmento - no caso, a poeira - enquanto pigmento seco, que, junto à luz, transforma-se em pintura efêmera, poética e trágica.
A exposição é composta, ainda, por um conjunto de obras que envolve desde matérias aéreas, como a poeira e os meteoritos, até as pedras-sabão usadas nas esculturas de Aleijadinho e também originárias de Minas Gerais. Niura recria as conexões com os materiais e matérias do barroco, além de atualizar esse estilo com um olhar contundente sobre sua forma e formação.
São apresentadas fotografias (“Articulados”), pinturas sobre telas e desenhos, nos quais a tinta utilizada foi produzida no ateliê da artista a partir de pigmentos oriundos do solo e de pedras de várias regiões de Minas Gerais, como Itabira, Ouro Preto, Mariana, Ferros, Passárgada e Jequitinhonha.

Baixar baixar release
Travessias

GERMAN LORCA
28 . jun . 2015  -  25 . jul . 2015 , Galeria Millan
abertura 27 . jun . 2015, 11h - 15h
ter – sex, 10h – 19h; sáb, 11h – 18h
  • Gl_57
    Janelas e Reflexos, 1978/1985 Painel composto por 28 fotografias de época Em gelatina de sais de prata com viragem de selênio 103 x 230 cm
  • Gl_55_0771_
    Fumante, 1954 Cópia de época em gelatina de sais de prata 43,5 x 36,5 cm
  • Gl_02
    Aeroporto, São Paulo, 1965 Cópia de época em gelatina de sais de prata 34 x 45 cm
  • Gl_43
    Sinal Positivo Negativo, 1970 Cópia de época em gelatina de sais de prata 44,8 x 34,6 cm

Como aproximar-se da obra de German Lorca, que aos 93 anos e com mais de 70 anos de atividade, ainda nos surpreende? A exposição Travessias que acontece na Galeria Millan, em parceria com a FASS galeria, tenta abordar essa e outras questões. A mostra reúne vinte e sete fotografias do artista, produzidas entre 1948 e 2014, contemplando sete décadas de produção ininterrupta.

Sabe-se que Lorca é um dos fotógrafos mais importantes dos "fotógrafos modernos paulistas", todos membros do Foto Cine Clube Bandeirantes, nas décadas de 40 e 50. O grupo soube se apropriar do crescimento vertiginoso da cidade de São Paulo do período. A cidade moderna pedia uma nova iconografia que a representasse. Lorca, por meio da experimentação e de seu instinto moderno, encontrou essa nova forma e fez do urbano personagem vivo de suas imagens.

Mas a exposição Travessias demonstra que a linguagem da fotografia de German Lorca transcende o repertório da chamada fotografia moderna; há uma evolução. São do princípio imagens celebradas como "Malandragem" (1949) e "Troncos cruzados" (1955).

Já nos anos 1960, é possível perceber em sua fotografia uma pesquisa gráfica e formal. São imagens que causam estranheza, como “Folhagens”, a janela “Mondrian”, “Andaime”, todas de 1960. Ou ainda mesmo  “Aeroporto” (1961 e 1965), onde a imprecisão e um conjunto de silhuetas provocam movimento.

Na série de fotografias realizadas em Nova York, em três viagens distintas (1967, 1978 e 1982), a cidade não se revela em sua magnitude; são planos fechados que constroem um mosaico de espelhos, vitrines e fachadas.

O tempo trouxe para a fotografia de German Lorca uma limpeza, um poder de síntese tal como em “Circulo quadrado” (2007).

Em sua série mais recente, realizada em 2014, o que importa é a composição da imagem e a busca pela a essência da forma, com os jogos de luzes e sombras criados pelo sol em diferentes horas do dia e da noite.

A exposição Travessias apresenta a obra de German Lorca não apenas como parte da história da fotografia moderna brasileira, mas como o desenvolvimento de uma linguagem visual coerente e original que se inicia no final dos anos de 1940 e chega até a segunda década do século XXI.

 

 


 


 

 

 

 

Baixar baixar release
Art Basel

ARTUR BARRIO
18 . jun . 2015  -  21 . jun . 2015 , BOOTH C3, Hall 2.0
abertura 16 . jun . 2015, 11h - 11h
qui - dom, 11h - 19h
  • Galeriamillan_arturbarrio_navalharelogio1
    Navalha relógio, 1970 6 registros fotográficos 30 x 45 cada
  • Galeriamillan_arturbarrio_6movimentos1
    6 movimentos, 1974 12 registros fotográficos 30 x 45 cada
  • Galeriamillan_arturbarrio_umaobservac-a-o6aproximacoes1recuo1
    Uma observação, 6 aproximações, 1 recuo, 1975 13 registros fotográficos 30 x 45 cada

Galeria Millan tem o prazer de anunciar a participação na Art Basel 46, na sessão Feature, com trabalhos do artista Artur Barrio, entre os dias 18 e 21 de Junho de 2015.
Desafiando as coordenadas sensoriais com as quais nós normalmente enxergamos o mundo, os trabalhos de Artur Barrio envolvem o público como se eles fossem participantes e acabam por sugerir uma nova forma de compreensão.

Trabalhando em diversas mídias - performances, instalações e videos - e usando materiais incomuns e potencialmente perturbadores - carne, o sal e resíduos orgânicos -, Barrio investiga elementos transitórios e escondidos da nossa realidade, frequentemente revelando beleza no inesperado. Seu trabalho transgride os limites no qual a arte é geralmente submetida e, foge de classificações estereotipadas. Embora, Artur Barrio trabalhe com procedimentos distintos, o núcleo conceitual da sua trajetória são as Situações, na qual o artista manipula fisicamente o espaço: modificando-o e tornando-o ativo e vibrante.


De acordo com João Fernandes, diretor do Museu Reina Sofia: “Barrio cria Situações onde constrói discursos pessoais em que ele se apropria do real, reconstituindo poética e politicamente em resíduos da mesma realidade que evidencia e que são normalmente ocultados de nós, pela domesticação social do gosto e pela auto legitimação social do objeto artístico”.


Para Basel, a Galeria Millan irá apresentar o registro fotográfico de três dessas Situações: Navalha Relógio (1970), 6 Movimentos (1974) e Uma observação, 6 aproximações, 1 recuo (1975). Como as obras são efêmeras, os registros são a única forma que permitem àqueles que não estavam presentes fisicamente no momento conhecer os trabalhos.


Navalha Relógio é composta de três fotos e dois papelões que documentam uma ação, descrita pelo artista como: “Trabalho feito em julho de 1970, Rio de Janeiro. UMA LÂMINA DE BARBEAR COLOCADA SOBRE UM ESPELHO. O TEMPO - A IMAGEM. A LÂMINA DE BARBEAR”.


O Segundo trabalho intitulado 6 movimentos de 1974, foi feito quando o artista voltou a morar em Portugal. A peça é composta por 12 fotografias que mostra a ação de cortar uma tela.
Uma observação, 6 aproximações, 1 recuo data de 1975. Realizada quando ele morava em Paris, a obra possui um tom poético mais do que as outras. Como cenário o mar e a praia aparecem, elementos que são caros e recorrentes na produção de Barrio.

Baixar baixar release
rua fradique coutinho, 1360 são paulo, sp brasil 05416-001 | tel/fax +55 11 3031 6007
Agencia-digital-d2b-comunicacao