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FELIPE COHEN

OCIDENTE
23 . nov . 2016  -  20 . dez . 2016 , Galeria Millan
abertura 22 . nov . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • _18a2926
    Sem Título, 2016 (detalhe)
    Confetes
  • _18a1822
    Série Luz Partida #20, 2016
    Pintura sobre madeira
    55 x 49 cm
  • _18a2661
    Vista geral da exposição
  • _18a1819
    Série Luz Partida #2, 2016
    Pintura sobre madeira
    61 x 49 cm
  • _18a1814
    Série Luz Partida #1, 2016
    Pintura sobre madeira
    37 x 37 cm
  • _18a2675
    Vista geral da exposição
  • _18a1845
    Série Luz Partida #3, 2016
    Pintura sobre madeira
    61 x 49 cm
  • _18a2664
    Vista geral da exposição

Em “Ocidente”, a segunda exposição individual que Felipe Cohen (1976) apresenta na Galeria Millan (a primeira, “Lapso”, aconteceu em 2013), o artista paulistano explora o gênero da paisagem a partir de elementos próprios da geometria e da luz.

Na série de trabalhos “Luz Partida”, por exemplo, Cohen pinta triângulos de madeira com medidas regulares combinando-os de forma a construir paisagens elementares constituídas, em sua maioria, por mares, montanhas, sóis e céus. São pinturas “objetuais” que buscam uma relação entre a precisão da geometria e o forte caráter atmosférico das imagens, dado essencialmente pela escolha das cores (azul, marrom, verde, amarelo) e da perspectiva sugerida pelas diagonais dessas peças de madeira com formatos triangulares, quase lúdicas.

Nos outros três trabalhos da exposição, intitulados “Ocaso #3”, “Lago” e “Ocidente”, o artista parte de dispositivos como vitrines e prateleiras para relacionar diferentes materiais (MDF, feltro, vidro) e formas geométricas (círculos, triângulos, retângulos), buscando coincidências com fenômenos naturais da paisagem terrestre.

Por fim, Cohen apresenta uma intervenção no espaço expositivo da galeria, na qual leves e coloridos confetes de papel são perfeitamente encaixados em buracos com sutil profundidade no chão, buscando criar, novamente, uma relação paradoxal entre as ideias de efemeridade e de concretude.

SERVIÇO:
"Ocidente" – Exposição individual de Felipe Cohen.
Abertura: 22 . nov . 2016, terça-feira, 19h – 22h. Galeria Millan.
Visitação: 23 . nov – 20 . dez . 2016, ter – sex, 10h às 19h; sáb, 11h às 18h.

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TUNGA

PÁLPEBRAS
18 . out . 2016  -  10 . dez . 2016 , Galeria Millan e Anexo Millan
abertura 15 . out . 2016, 12h - 16h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • 2016_10_18_expo_millan_aos_seus_pes_35_fotogabicarrera
    A Seus Pés, 2014 (detalhe)
    Resina, turmalina negra, couro e ferro
    720 x 350 x 500 cm
  • 2016_05_02_galpao_fotogabicarrera
    Sem título (Morfológicas), 2014
    Resina
  • Obra_da_se-rie_morfolo-gicas_-01-low
    Sem título (Morfológicas), 2014
    Resina e ferro
    55 x 47 x 41 cm
  • 2016_05_02_galpao_002_fotogabicarrera_alta
    Sem título (Morfológicas), 2014
    Bronze e ferro
  • 2016_05_02_galpao_019_photo_gabi_carrera
    Sem título (Morfológicas), 2014
    Bronze e ferro
    86 x 70 x 50 cm
  • Phano_tng01low
    Phanógrafo, 2009
    Tecido, madeira, cordoalha de aço, vidro, cristal, pérola, esponja e água cromatizada
    85 x 34 x 31 cm
  • Obra_da_se-rie_-phano-grafos-_-02-low
    Phanógrafo, 2009
    Tecido, madeira, cordoalha de aço, vidro, cristal, pérola, esponja e água cromatizada
    85 x 34 x 31 cm
  • Tu_8533
    Sem título, 2015
    Rede, ferro e resina
    Dimensões variáveis
  • Tu_8509
    Sem título, 2008
    Papel, luvas de algodão, pastel, corais
    20 x 65 x 54 cm
  • 2013_02_15_galpao_175low
    Tunga trabalhando em seu ateliê

Tunga, um dos mais potentes criadores da arte contemporânea brasileira, morreu precocemente em junho passado, aos 64 anos, deixando pronta aquela que seria a sua próxima exposição. A Galeria Millan dá continuidade aos planos do artista e inaugura, no dia 15/10, em seus dois endereços, a mostra "Pálpebras", reunindo um conjunto de trabalhos inéditos ou pouco vistos no Brasil.

Na sede da Millan, além de algumas esculturas da série "Morfológicas", poderão ser vistos os "Phanógrafos", peças derivadas do série "Cooking Crystals" (2010). Pouco exibidas desde então, são caixas que servem como recipiente, ou suporte, para assemblages de diferentes objetos e materiais, como garrafas, cálices, âmbar, pedras ou elementos escatológicos. Objetos que, segundo Tunga escreveu, têm “algo de talismã, se configurando como uma lamparina”.

No Anexo Millan, novo espaço inaugurado em 2015, será exposta a série completa das "Morfológicas", esculturas orgânicas que remetem ao corpo, sensuais, por vezes surreais e muitas vezes eróticas – lembrando vulvas, glandes, línguas, bocas, dedos e seios – que se originaram de outros conjuntos de trabalhos (como a série "From la Voie Humide", de 2014) mas nunca foram mostradas independentemente no Brasil, mesmo que respeitando sua posição um tanto indefinida entre estudo de forma (como indica o próprio título) e obra acabada.

Um desses projetos começou a ser confeccionado em grandes dimensões para a Feira Internacional de Arte Contemporânea (FIAC), em Paris. A peça, intitulada "A Seus Pés", tem sete metros e – como é usual em seu trabalho – é composta por diferentes partes. O elemento central é uma forma roliça e longa, com unhas em cada extremidade, como se fossem dedos que apontam para lados distintos. Um deles está “grávido”, como se gerando as vagens que dele pendem.

"Pálpebras" não é uma tentativa de síntese ou de olhar retrospectivo, mesmo porque, no caso de Tunga, a noção de retrospectiva não faz sentido. Afinal, seu trabalho parece marcado por um retorno cíclico a um manancial de elementos, físicos e psíquicos, que ressurgem de tempos em tempos, transfigurados em diferentes leituras. É como se testemunhássemos, interagíssemos com fragmentos de alguma história ou ação passada, seja pelo caráter instável de seus arranjos, que permitem infinitas possibilidades de reagrupamento, seja pelas várias camadas de leitura que se sobrepõem, criando um hipnótico enigma.

Esses mesmos ecos temporais se fazem sentir nas obras mais recentes. Mesmo que em vários momentos assumam um caráter mais escultórico, os aspectos centrais de seus mais de 40 anos de intensa produção – período no qual Tunga flertou com o surrealismo, se avizinhou da arte conceitual e muitas vezes pareceu agir mais como um xamã ou um cientista – estão novamente presentes.

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MIGUEL RIO BRANCO

BARRO
04 . set . 2016  -  01 . out . 2016 , Anexo Millan
abertura 03 . set . 2016, 12h - 16h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Mrb_0816_006_t2
    As Três Graças
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    180 x 90 cm | 60 x 90 (cada)
  • Ma-o_no_barro89_6x75
    Barro
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    100 x 100 cm
  • Mrb_8381_100x150
    Ritmo dos Santos
    Impressão sobre papel Fuji
    100 x 150 cm
  • Mrb_8686_160x180
    Timbó
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    200 x 210 cm | 12 imagens 50 x 70 cm (cada)
  • Amamentando105x90_5
    Maternidade (detalhe)
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    150 x 100 cm
  • Mrb_8379_175x90
    Cumaru
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    175 x 90 cm
  • Mrb_8390_80x240
    O Raio e a Pomba
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    240 x 80 cm
  • Mrb_8388_60x90
    Preparando para a Caçada
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    60 x 90 cm
  • Mrb_8393_60x270
    A Queda do Braço
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    60 x 270 cm
  • Convite_flow
    A Mão e a Chaga
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    80 x 106 cm

O Anexo Millan tem o prazer de apresentar “Barro”, a nova individual do artista visual Miguel Rio Branco, um dos mais destacados fotógrafos brasileiros do cenário contemporâneo e o único a integrar a agência de fotografia Magnum, fundada por Cartier-Bresson e Robert Capa em 1947. A mostra no Anexo Millan, com abertura marcada para 03/09, sábado, das 12h às 16h, reúne cerca de 24 trabalhos de Rio Branco realizados do início da década de 1980 até recentemente. “Minhas novidades são feitas com coisas velhas”, costuma dizer o artista.

Entre os highlights da mostra estão imagens de índios caiapós feitas na aldeia de Gorotire, no sul do Pará, ao longo da década de 1980. Muitos desses registros aparecem também no curta-metragem “Sob as estrelas, as cinzas”, de 14 minutos de duração, que será projetado em looping em uma sala no Anexo. Uma curiosidade: uma das mais belas fotografias tiradas em Gorotire e agora apresentada na exposição, trazendo dois índios com ornamentos de penas vermelhas correndo durante um ritual típico, havia aparecido anteriormente na capa do disco “The Rhythm of the Saints” (1990), do músico norte-americano Paul Simon.

Há também, em “Barro”, imagens de mineradores feitas durante a passagem de Miguel por Serra Pelada, também no Pará; outras de elementos barrocos e de azulejos de tradição portuguesa; e outras, ainda, de paisagens impactantes e devastadas por queimadas. O impressionante políptico “Barro”, que batiza a exposição e que nunca havia sido apresentado no Brasil, combina com maestria elementos e cenários que conversam com as fotografias espalhadas pela individual. Quem adentra a primeira sala do Anexo Millan, com seu pé-direito de quase sete metros, é, de imediato, surpreendido pela força dessa obra e sua incrível combinação de 18 imagens.

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TATIANA BLASS | REGINA PARRA

INDIVIDUAIS
22 . jul . 2016  -  20 . ago . 2016 , Anexo Millan e Galeria Millan
abertura 21 . jul . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • _18a2836
    Tatiana Blass
    Bocejo, 2016
    Videoinstalação, 1'30"
  • _18a2328
    Regina Parra
    Por Que Tremes, Mulher?, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    33 x 46 cm
  • Tb_8219_50x70_2015
    Tatiana Blass
    Sala Laranja, 2015
    Guache sobre algodão
    50 x 70 cm
  • Rp_8298_28x42_2016
    Regina Parra
    Aquele que Grita, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    28 x 42 cm
  • Tb_8214_24x32_2015
    Tatiana Blass
    Borkman #6, 2015
    Guache sobre papel
    24 x 32 cm
  • Rp_8303_8x125_8x100_2016
    Regina Parra
    Manter-se/Tornar-se, 2016
    Luminoso em néon
    8 x 125 cm/ 8 x 100 cm
  • Tb_8328_21x30_2016
    Tatiana Blass
    Sala Azul #3, 2016
    Guache sobre papel
    21 x 30 cm
  • _18a2333
    Regina Parra
    Virar Homem ou Desaparecer, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    60 x 40 cm
  • Tb_8220_40x50_2016
    Tatiana Blass
    Holofotes, 2016
    Guache sobre linho
    40 x 50 cm
  • Rp_8299_28x42_2016
    Regina Parra
    Aquele que Grita II, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    28 x 42 cm

A Galeria Millan abre simultaneamente duas novas individuais em seus espaços, no dia 21/07 (quinta-feira), a partir das 19h: "A Desprofissão", de Tatiana Blass (Anexo Millan), e "Por Que Tremes, Mulher?", de Regina Parra (Galeria Millan).
 
Tatiana Blass apresenta, na individual "A Desprofissão", novas séries de pinturas em guache e vídeos (como a videoinstalação "Bocejo", levada à ARCOmadrid 2016), alguns deles inéditos. A nova individual marca também o lançamento de um livro dedicado à carreira da artista, no dia 06/08 ("Tatiana Blass", Ed. Automática). Nessa mesma data, às 11h30, acontecerá no Anexo Millan uma conversa entre José Augusto Ribeiro e Tatiana Blass.
 
Já Regina Parra, em sua primeira exposição individual na Galeria Millan, intitulada “Por Que Tremes, Mulher?” e com curadoria de Moacir dos Anjos, reúne nove pinturas, uma série de desenhos, instalações e um vídeo. Os novos trabalhos refletem uma espécie de “arqueologia da violência”. Não a brutalidade que ganha destaque da mídia diariamente, mas aquela que, muitas vezes, está por trás dela: a violência velada nas relações do dia-a-dia, seja hoje, seja na época da escravidão. Um bate-papo entre Regina Parra e o curador Moacir dos Anjos acontece na Galeria Millan, em 23/07 (sábado), às 11h30.
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Sandra Antunes Ramos

INDIVIDUAL
22 . jun . 2016  -  08 . jul . 2016 , Galeria Millan
abertura 21 . jun . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Sr_8184_9x14_2015
    "Sem Título", 2016
    Colagem, papel vegetal, papel manteiga, tinta, caneta ponta fina e caneta hidrocor
    9 x 14 cm
  • Sr_8278_20x20_2015
    "Sem Título", 2015
    Colagem, tinta, lápis de cor, papel vegetal, caneta hidrocor e caneta metalizada
    20 x 20 cm
  • Sr_8255_20x20_2015
    "Sem Título", 2015
    Colagem, tinta, lápis de cor, papel vegetal, caneta hidrocor e caneta metalizada
    20 x 20 cm
  • Sr_8236_12x12_2013
    "Sem Título", 2013
    Lápis de cor e caneta metalizada
    12 x 12 cm
  • Sr_8248_28x35_5_2014
    "Sem Título", 2016
    Colagem, lápis de cor, papel vegetal, papel metalizado e caneta metalizada
    28 x 35,5 cm
  • Sr_8244_12x12_2013
    "Sem Título", 2013
    Lápis de cor e caneta metalizada
    12 x 12 cm
  • Sr_8246_28x35_5_2016
    "Sem Título", 2016
    Colagem, lápis de cor, papel vegetal, papel metalizado e caneta metalizada
    28 x 35,5 cm

Em sua segunda exposição individual, Sandra Antunes Ramos apresenta, a partir de terça-feira (21/06), na Galeria Millan, quatro conjuntos de novos trabalhos, distribuídos entre o atrium da galeria, a sala principal e o corredor. São novas séries de desenhos, colagens inéditas, e também esculturas – espécies de “desenhos tridimensionalizados”, saltando do papel e adquirindo volume e geografia próprios -, feitas em latão com pintura automotiva.
 
Composta por cerca de 70 novas obras, a exposição, que leva o nome da artista paulista, é uma evolução do trabalho minucioso e diário que Sandra vem desenvolvendo há alguns anos. A escolha do lápis de cor e da caneta – metalizada ou hidrográfica - como principais ferramentas, além da prática da colagem, tem uma razão: “Enquanto o pincel segue a escala do braço, do corpo, o lápis vem da escala da própria mão. E o conceito de todo o trabalho vem dessa escala frágil, sutil e detalhada, que permite impulsividade”, explica Sandra.
 
A consequência dessa prática são novas séries de trabalhos de pequena escala (os maiores têm, no máximo, 28 x 35,5 cm), obsessivos e ao mesmo tempo delicados.
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VRIDO | Alguém sonhando longe daqui

DUDI MAIA ROSA | FERNANDO LEMOS
17 . mai . 2016  -  11 . jun . 2016 , Galeria Millan e Anexo Millan
abertura 14 . mai . 2016, 12h - 16h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Fl_7935_40x40_1949_52
    Fernando Lemos
    Eu poeta - Autorretrato, 1949/52
    Gelatina e prata
    40 x 40 cm
  • Dudimaiarosanwslttr
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    126 x 125 cm
  • _mg_1363
    Dudi Maia Rosa
    2016
    Galeria Millan
  • Fl_8004_22x32_1_1955
    Fernando Lemos
    Sem título, 1955
    Nanquim sobre papel
    22 x 32,1 cm
  • Dudimrlow
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    36,5 x 45 cm
  • _mg_0682cut
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    110 x 210 cm
  • Fl_7970_100x100_2015
    Fernando Lemos
    Sem título - Série Sonos, Dormires, Despertares, 2015
    Impressão com pigmentos minerais sobre tela
    100 x 100 cm
  • Fl_7945_40x40_1949_52
    Fernando Lemos
    Espera, 1949/52
    Gelatina e prata
    40 x 40 cm
  • Folder_06low1
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    18 x 21,3 cm
  • Fl_8007_27_9x43_3_2006
    Fernando Lemos
    Sem título - Série Coreografias, 2006
    Nanquim sobre papel
    27,9 x 43,3 cm

A Galeria Millan abre simultaneamente duas novas individuais em seus espaços, no dia 14/5 (sábado): "VRIDO", de Dudi Maia Rosa (Galeria Millan), e "Alguém sonhando longe daqui", de Fernando Lemos (Anexo Millan).

As cerca de 50 obras inéditas, em dimensões variadas, que compõem "VRIDO", nome da nova exposição individual de Dudi Maia Rosa na Galeria Millan, são feitas em resina poliéster pigmentada, procedimento sobre o qual a produção do artista vem se debruçando há algumas décadas e que, nesta mostra, dá origem a novas “famílias” de trabalhos, algumas das quais “homenageiam” (nas palavras do crítico Rodrigo Naves, que assina o texto que acompanha a mostra) o artista Sergio Camargo. Os trabalhos lançam mão de superfícies enervadas por formas pontiagudas, que ora recuam, ora avançam umas contra as outras e em diferentes direções.

A exposição "Alguém sonhando longe daqui", de Fernando Lemos, é uma realização conjunta das galerias Millan e FASS, com curadoria de Paulo Miyada, e ocupa o novo Anexo Millan. Além de celebrar os 90 anos do artista português, a individual marca o lançamento do livro "O Real Como Enigma", com 42 imagens da mostra e textos de Annateresa Fabris, Leonor Nazaré, Maria Teresa Guimarães de Lemos e do próprio Fernando Lemos. A individual foi dividida em três conjuntos de obras: o primeiro é uma seleção de 21 fotografias que Lemos realizou entre 1949 e 1952, quando, em Lisboa, esteve conectado com o círculo surrealista português. O segundo é um grupo de 20 novas obras realizadas entre 2015 e 2016, desenhos em preto e branco ampliados fotograficamente sobre telas de 1 x 1 metro. E o terceiro conjunto traz mais de 30 desenhos feitos ao longo dos 65 anos de carreira do artista.

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iTa LíTica Barroca

NIURA BELLAVINHA
26 . fev . 2016  -  19 . mar . 2016 , Galeria Millan
abertura 25 . fev . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Casa_nha-nha-_cortada
  • Frame____07
  • Articulado_nha-nha-___
  • Frame____05_nha-nha-_casa__
  • Frame___2014_nhanha-_1883
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***VISITA GUIADA com Niura Bellavinha: sábado (19/3), às 11h30, na Galeria Millan.
A exposição “iTa LíTica Barroca”, que abre dia 25/2, quinta-feira, na Galeria Millan, traz a São Paulo o primeiro filme - um média-metragem - realizado pela pintora mineira Niura Bellavinha. Intitulado “NháNhá”, o trabalho é o foco central da nova individual da artista ganha uma projeção na parede do espaço tradicional da galeria.
Com roteiro e direção de Niura, e realizado pela artista junto ao curador Alberto Saraiva, “NháNhá” coloca às vistas do observador a pintura em processo de Niura Bellavinha. Rodada no interior do Brasil, mais especificamente em Minas Gerais, esta obra volta a explorar situações onde o ar torna-se o suporte do pigmento - no caso, a poeira - enquanto pigmento seco, que, junto à luz, transforma-se em pintura efêmera, poética e trágica.
A exposição é composta, ainda, por um conjunto de obras que envolve desde matérias aéreas, como a poeira e os meteoritos, até as pedras-sabão usadas nas esculturas de Aleijadinho e também originárias de Minas Gerais. Niura recria as conexões com os materiais e matérias do barroco, além de atualizar esse estilo com um olhar contundente sobre sua forma e formação.
São apresentadas fotografias (“Articulados”), pinturas sobre telas e desenhos, nos quais a tinta utilizada foi produzida no ateliê da artista a partir de pigmentos oriundos do solo e de pedras de várias regiões de Minas Gerais, como Itabira, Ouro Preto, Mariana, Ferros, Passárgada e Jequitinhonha.

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rua fradique coutinho, 1360 são paulo, sp brasil 05416-001 | tel/fax +55 11 3031 6007
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