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Lançamento do livro 'Henrique Oliveira'
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Um dos artistas plásticos com maior projeção na cena contemporânea, reconhecido mundialmente por suas obras de dimensões épicas que operam a fusão entre as diversas modalidades artísticas e a arquitetura, o paulista HENRIQUE OLIVEIRA ganha agora, por meio de uma parceria entre a editora Cosac & Naify, a SESI-SP Editora e a Galeria Millan, o primeiro livro, ou “monografia ilustrada”, sobre seu percurso profissional, iniciado no final da década de 1990.

Intitulada apenas “Henrique Oliveira”, a publicação tem 320 páginas e reúne mais de 120 imagens de trabalhos realizados pelo artista ao longo dos últimos 13 anos, além de um ensaio assinado pelo crítico de arte Agnaldo Farias e de uma entrevista feita com Henrique pela crítica de arte Aracy Amaral. Trata-se de uma abrangente edição retrospectiva dedicada a documentar e analisar a produção deste artista, representado pela Galeria Millan desde 2011.

“(…) A marcha vertiginosa da vida contemporânea insta o artista, focado na contraditória realidade brasileira, a empregar tapumes como matéria-prima em alguns trabalhos. Sua posição entre razão e natureza leva-o a pendular entre a árvore e o compensado, seu produto mais comum, ordinário. Composto por distintas camadas de madeira e usado para barrar a visão para o interior dos canteiros de obras, o compensado é um material poderoso, um amálgama de matérias e de tempos.” (Agnaldo Farias, no texto “Madeira, Matéria Mater”)

O projeto do livro “Henrique Oliveira”, com tiragem de 2.000 cópias, foi realizado através da Lei Rouanet (Pronac 1414283), em 2016, e contou com o patrocínio do empresário e colecionador Marcelino Rafart de Seras.

Lançamento do livro "Henrique Oliveira":
Sábado (17/12), das 12h às 16h, na Galeria Millan
R. Fradique Coutinho, 1416, Vila Madalena, São Paulo, SP
Entrada franca
Tel.: 11 3031-6007
www.galeriamillan.com.br 
www.henriqueoliveira.com 

Galeria Millan na Art Basel Miami Beach 2016
  • 2016_10_18_expo_millan_phanografo__07_fotogabicarrera
    Tunga
    Phanógrafo, 2009
    Tecido, madeira, vidro, espelho, cristal, resina, cordoalha de aço e água cromatizada
    85 x 34 x 31 cm
  • Tu_7919_10x35x35_2002
    Tunga
    Afinidades Eletivas - Miniatura Monumental - Joia, 2002
    Prata e resina
    10 x 35 x 35 cm
  • Pp_8460_100x120_2016
    Paulo Pasta
    Sem Título, 2016
    Óleo sobre tela
    100 x 120 cm
  • Mrb_8574_200x200_2016
    Miguel Rio Branco
    A Pele e Seus Fetiches, 2016
    Impressão em jato de tintas pigmentadas sobre papel baryta
    200 x 200 cm
  • Jb_8540_41x28_2016
    José Damasceno
    Monitor Líquido, 2016
    Giz de cera derretido
    41 x 28 cm
  • Ap_7728_33x33_2015
    Ana Prata
    Montanhas e lagos, 2015
    Óleo sobre tela
    33 x 33 cm
  • Tb_6104_70x30x25cm_2013_1
    Tatiana Blass
    Entrevista #1.1, 2013
    Bronze fundido
    70 x 30 x 25 cm
  • Trp_7879_133x190cm_2016
    Thiago Rocha Pitta
    A Miragem Verde, 2016
    Aquarela sobre papel
    133 x 190 cm
  • Ho_8481_285x150x70_2016
    Henrique Oliveira
    Xilempasto 10, 2016
    Madeira compensada, pigmentos, papelão, cola e tela de arame
    285 x 150 x 70 cm
  • Ra_8573_40x100_2016
    Rodrigo Andrade
    Sem Título, 2016
    Óleo sobre tela
    40 x 100 cm

A Galeria Millan participa da Art Basel Miami Beach 2016 com obras de ao menos 12 de seus artistas representados (Miami Beach Convention Center - Hall C - Stand C16). A galeria exibirá trabalhos recentes de Ana Prata, Felipe Cohen, Henrique Oliveira, José Damasceno, José Resende, Lenora de Barros, Miguel Rio Branco, Paulo Pasta, Rodrigo Andrade, Tatiana Blass, Thiago Rocha Pitta e Tunga (foto), entre outros.

Mais informações aqui.

Art Basel Miami Beach 2016
miami beach convention center - miami, eua
visitação: 01 - 04 . dez . 2016
qui: 11h - 20h; sex e sáb: 12h - 20h; dom: 12h - 18h

Galeria Millan na ArtRio 2016
  • Trp_7879_133x190cm_2016
    Thiago Rocha Pitta
    A Miragem Verde, 2016
    Aquarela sobre papel
    133 x 190 cm
  • Mrb_7495
    Miguel Rio Branco
    Sem Título, 2013
    Impressão jato de tinta
    100 x 200 cm
  • Pp_8460_100x120_2016
    Paulo Pasta
    Sem Título, 2016
    Óleo sobre tela
    100 x 120 cm
  • Tb_8227_80x120_2016
    Tatiana Blass
    Os Descendentes, 2016
    Guache sobre algodão
    78 x 106 cm
  • Ra_7701
    Rodrigo Andrade
    Sem Título, 2015
    Óleo sobre linho sobre cartão
    20 x 25 cm
  • Trp_8125_144x192_2016
    Thiago Rocha Pitta
    Grande Evento Oxidante, 2016
    Aquarela sobre papel
    144 x 192 cm
  • Lb_8306_90x135_2011
    Lenora de Barros
    Nebulosas, 2011
    Impressão jato de tinta sobre papel bambu
    90 x 135 cm | 30 x 45 cm (cada)
  • Jr_7918
    José Resende
    Dobras, 2015
    Aço inox
    41 x 41 cm
  • Fc_8455_2016
    Felipe Cohen
    Série Poente, 2016
    Colagem sobre papel crescent e mitentes
    72 x 72 cm
  • Img_5577
    Ana Prata
    Black Flower, 2015
    Óleo sobre tela
    30 x 25 x 2 cm

A Galeria Millan participa da 6ª edição da ArtRio – Feira Internacional de Arte do Rio de Janeiro com obras de dez de seus artistas representados (no Stand F4 - Armazém 2): Ana Prata, Dudi Maia Rosa, Felipe Cohen, José Resende, Lenora de Barros, Miguel Rio Branco, Nelson Felix, Paulo Pasta, Rodrigo Andrade, Tatiana Blass e Thiago Rocha PittaTunga. E no dia 30/09, a partir das 19h, Tatiana Blass autografa no stand da Blooks Livraria o seu novo livro, recentemente publicado pela Editora Automática.

6ª ArtRio
píer mauá - rio de janeiro, rj, brasil
visitação : 29 . set - 02 . out . 2016
qui a sáb : 13h às 20h ; dom : 13h às 19h

Individual de Paulo Pasta em Roma
  • Pp_8311_230x200_2016
    Setembro, 2016
    Óleo sobre tela
    200 x 230 cm

A Galeria Millan, juntamente com a Embaixada do Brasil em Roma, na Itália (localizada no Palazzo Pamphilj, na célebre Piazza Navona), têm o prazer de apresentar a primeira individual do artista paulista Paulo Pasta na capital italiana.

Intitulada "Setembro", a mostra reúne 16 novas pinturas de Pasta, algumas delas em grande escala, como é o caso das telas "Anunciação Rosa", "Roma" e "Setembro" (foto acima). A abertura, que contou com a presença do artista, do Embaixador do Brasil em Roma, Ricardo Neiva Tavares, e de Socorro de Andrade Lima, diretora da Galeria Millan, aconteceu no dia 06/09. A individual pode ser visitada até o dia 04/10.

Galeria Millan na SP-Arte/Foto 2016
  • 5_mg_8280
    Lenora de Barros
    Nebulosas, 2011
    Impressão jato de tinta sobre papel bambu
    30 x 45 cm
  • Bw_8358_120x80_1972
    Bob Wolfenson
    Noturna, 1972
    Impressão jato de tinta feita de arquivo digital a partir de negativo 35 mm
    80 x 120 cm
  • Tb_4052
    Tatiana Blass
    Metade da Fala no Chão - Piano Surdo, 2010
    Fotografia digital em cores
    60 x 90 cm
  • Tempinhos_042
    Lenora de Barros
    Tempinhos (detalhe), 2008/2016
    Impressão jato de tinta
    90 x 14,3 cm

A Galeria Millan participa da 10ª SP-Arte/Foto – Feira de Fotografia de São Paulo com trabalhos de três de seus artistas representados: Bob Wolfenson, Lenora de Barros e Tatiana Blass, no stand de número 18.

E no dia 25/08, às 19h, dentro da programação oficial desta edição da feira, Tatiana Blass irá autografar o seu novo livro, lançado recentemente pela Editora Automática, no stand da Millan.

10ª SP-Arte/Foto
shopping jk iguatemi - são paulo, sp, brasil
visitação: 25 - 28 . ago . 2016
qui e sex, 15h - 21h; sáb, 14h - 21h; dom, 14h - 20h

TUNGA na Art Basel - Unlimited
  • Euvoceealua1
    Eu, Você e a Lua
  • Tunga_detalhe
    Eu, Você e a Lua
  • Euvoceealua2
    Eu, Você e a Lua

As galerias Millan (São Paulo), Luhring Augustine (Nova York) e Franco Noero (Turim) apresentam a instalação "Eu, Você e a Lua", do artista plástico TUNGA, na seção Unlimited da Art Basel 2016. A Unlimited é uma plataforma de exibições pioneira da feira - que acontece entre 13 e 19 de junho em Basel, na Suíça - e engloba aproximadamente 80 projetos que transcendem as limitações de um estande tradicional, incluindo esculturas, pinturas, vídeos, instalações em grande escala e performances ao vivo. O curador da seção é Gianni Jetzer, do Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, de Washington D.C.. Saiba mais neste link: http://www.artbasel.com/basel/

["Eu, Você e a Lua", 2014, Ferro, aço, madeira petrificada, gesso, cerâmica, espelhos parabólicos, tiras de couro, resina, cristal de quartzo, essência de âmbar, pasta de óxido de zinco; 320 x 700 x 500 cm]

Lenora de Barros na Oficina Cultural Oswald de Andrade
  • Issoeossodisso_lenoradebarros__video7minstereo2016_horizontalweb1
    ISSOÉOSSODISSO, 2016
    Videoperformance
  • Procura-se_linguagem_retalhac-a-o_
    Procura-se Linguagem, da série Procuro-me, Retalhação, 2007
    Impressão digital sobre lona sanete, plexiglass sobre MDF
    150 x 126 x 2 cm
  • Lb_6820_150x40cm_2014low
    Pregação, 2014
    Impressão jato de tinta sobre papel algodão
    40 x 150 cm
  • Ja-_vi_tudo_1
    Já Vi Tudo, 2005
    Impressão jato de tinta sobre papel algodão
    60 x 100 cm
  • Baixatapa_1
    Não Quero Nem Ver, 2005
    Vídeo
    Duração aproximada 15'

Lenora de Barros vem construindo, desde os anos 1970, uma trajetória singular dentro do contexto da arte contemporânea brasileira. Transitando por diferentes linguagens e mídias, suas experimentações nascem, muitas vezes, em diálogo com a materialidade da palavra no âmbito das questões colocadas pela poesia concreta, mas flertam também com a arte conceitual, a arte pop e o neoconcretismo. A exposição ISSOÉOSSODISSO, que abre na Oficina Cultural Oswald de Andrade dia 30/4, às 15h, e vai até 30/7, apresenta mais de vinte obras de Lenora, entre vídeos, foto-performances, cartazes, poemas sonoros e documentos, e tem como fio condutor o processo de criação da artista. Neste processo, é possível perceber um elemento comum: as obras de Lenora de Barros sempre se desdobram, gerando ecos em outras obras.

O poema que dá nome à exposição nasce em 1994, quando Lenora de Barros apresenta, ao lado de Arnaldo Antunes, a performance O Desejo É o Começo do Corpo / O Corpo Não Mente. Durante a ação, Lenora quebrava um esqueleto de plástico em várias partes e, ao jogá-las no chão repetia, melancolicamente, a frase “Isso é osso disso”. Deste esqueleto restava somente sua coluna, a sua espinha dorsal, a última imagem da performance, que nos remete, sem dúvida, à obra Língua Vertebral, realizada em 1998 na Bienal da Antropofagia.

Um dos destaques da mostra é Procuro-me (2001-2003), publicada inicialmente no caderno Mais! (Folha de S.Paulo) logo após a queda das Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2011. Depois se transforma em uma série de cartazes, em mural lambe-lambe e em vídeo. Quando exposta na fachada do Centro Universitário Maria Antônia, em São Paulo, em 2002, quatro de seus cartazes plotados foram pichados e um grupo que se denominava Art-Attack assumiu a pichação. Em seguida, Lenora começa o processo de “recuperação”, ou melhor, de desdobramento dos trabalhos pichados e roubados de Procuro-me / Procura-se, que resultariam na série Retalhação.

A obra de Lenora de Barros é um tornar-se permanente, em que o mesmo é sempre outro. Neste processo, onde “isso é osso disso”, é possível entrever o gesto performático constituinte da obra da artista: esta fresta, este interstício sempre lacunar, esta dobra que se desdobra – como diria Gilles Deleuze – onde as inúmeras possibilidades expressivas de algo estão em constante devir. A curadoria é de Priscila Arantes, do Paço das Artes.

Galeria Millan na SP-Arte 2016
  • _h5a4190
    Felipe Cohen
    Ocaso, 2016
    Mármore, vidro e madeira
    24,4 x 45 x 85 cm
  • Mrb_7489_100x100cada
    Miguel Rio Branco
    Sem título, sem data (trípctico)
    Impressão a jato de tinta
    100 x 300 cm
  • Ho_7867
    Henrique Oliveira
    Muro, 2015
    Madeira compensada
    225 x 500 x 110 cm
  • En_7781
    Emmanuel Nassar
    Luz, 2016
    Acrílica sobre tela, madeira e soquetes de louça
    150 x 200 cm
  • Nf_7759_23x23x23cm_2016
    Nelson Felix
    Sem título, 2016
    Mármore, bronze e lacre
    23 x 23 x 23 cm
  • Ap_6538_dimensoesvariaveis_2013
    Ana Prata
    Grande Circo, 2013
    Óleo sobre madeira, bola
    Dimensões variáveis
  • Trp_7879_133x190cm_2016
    Thiago Rocha Pitta
    A Miragem Verde, 2016
    Aquarela sobre papel
    133 x 190 cm

Trabalhos de 16 nomes do grupo de artistas representados pela Galeria Millan serão levados à edição deste ano da SP-Arte, uma das feiras de arte mais importantes da América Latina. A Millan voltará a ocupar o Estande H02 no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, entre os dias 7 e 10 de abril (a abertura para convidados acontece no dia 6/4).

Obras de José Resende, Thiago Rocha Pitta, Bob Wolfenson, Ana Prata e Nelson Felix (na foto, a escultura "Sem título", 2016, mármore, bronze e lacre, 23 x 23 x 23 cm) estão entre os destaques. Além destes, a Millan exibirá trabalhos de Henrique Oliveira, Dudi Maia Rosa, Tunga, Emmanuel Nassar, Rodrigo Bivar, Felipe Cohen, Miguel Rio Branco, Paulo Pasta, Lenora de Barros, Rodrigo Andrade e Tatiana Blass.

Pocket Exhibition de Ana Prata
  • Ap_news
    Sem título, 2015
    Óleo sobre tela
    33 x 33 cm
  • Ap_7745
    Zero e um, 2015
    Bastão de óleo e óleo sobre tela
    150 x 200 cm
  • Ap_7712
    Sem título, 2015
    Óleo e cera sobre tecido
    38 x 30 cm
  • Ap_7715
    Sem título, 2015
    Óleo sobre linho
    37 x 30 cm

A partir do dia 20 de janeiro, quarta-feira, a Galeria Millan apresenta uma pocket exhibition com novos trabalhos de Ana Prata. A pintura é o meio escolhido pela artista. Em sua superfície, ela faz com que diversos assuntos sejam manipulados, forjados e torcidos. Para isso a artista utiliza vários materiais, como linho cru, barbante e tecidos estampados.

O que instiga Ana Prata é justamente ver seu trabalho transitando entre o figurativo e o abstrato, sempre rumo a um novo lugar. A dispersão causada pelos diferentes temas e técnicas fortalece a autonomia de cada tela, tornando cada uma delas, ao mesmo tempo, dependente e repelente da pintura que se encontra ao lado. A exposição vai até 30/1.

 

Pocket Exhibition de Lenora de Barros
  • Lb_6907_153x275x7cm_2000
    mesa de ping-poems, 2002 da série pussyquetes madeira e acrílico 153 x 275 x 7 cm
  • Lb_6909_43x14x4cm_2014
    ping-poem No 2, 2014 da série remirando formas madeira, metal, plástico e EVA 43 x 14 x 4 cm
  • Lb_6910_12_5x15x4cm_2014_versao2
    ping-poem No 3, 2014 da série remirando formas madeira, metal e plástico 12,5 x 15 x 4 cm
  • Lb_6911_9x15x4cm_2014_versao2
    ping-poem No 3.1, 2014 da série remirando formas madeira, metal e plástico 9 x 15 x 4 cm
  • Lb_6913_40x40cm_2014_2
    Ping-poems No 5, 2014 da série remirando formas metal e plástico 40 x 40 cm
  • Lb_6916_35x35x4cm_2014
    ping-poem No 8, 2014 da série remirando formas madeira, metal, plástico e EVA 35 x 35 x 4 cm

Lenora de Barros apresenta a série ping-poems – remirando formas e o video Volume Morto na Galeria Millan, entre os dias 14 e 17 de Outubro. Em fevereiro de 2015, a série foi exposta na seção #SoloProjects Focus Latin America na ARCOmadrid, com curadoria de Emiliano Valdés, Kiki Mazzucchelli e Miguel A. López. Para a artista, o trabalho propõe um diálogo com a tradição construtivista: "A série vem sendo desenvolvida desde 1990. A partir de então, os elementos do ping-pong acabam por compor 'jogos imaginários' dentro do meu trabalho". Essas experiências constituem um corpo de trabalho amplo no qual se tece uma marcante vertente poética da artista, em jogo com a tradição construtivista, mas também com o pop e o conceitual. Esses trabalhos são provenientes desse universo lúdico expostos em 1990, 2000 e 2002.

A obra mesa para ping-poem (2002) fez parte da exposição “O que que há de novo, de novo pussyquete?” e na mostra estava montada e aberta para que os visitantes jogassem partidas de "ping-poem". Nessa pocket exposição, a obra sera apresentada como um elemento de parede, com os pés dobrados e embutidos. Para Lenora: “cada uma das peças da série acaba por concretizar uma jogada de ‘ping-poem’ im-possível.” Além dos ping-poems, será exibido pela primeira vez o video volume morto criado a partir de uma instalação sonora realizada em abril de 2015, pela Galeria Millan em parceria com Ricardo Kugelmas e a galeria Broadway 1602. A obra nasceu inspirada na crise hídrica que assola a cidade de São Paulo. Numa piscina vazia, bolinhas de ping-pong foram reunidas e lançadas. As bolinhas fizeram parte de outros trabalhos da série ping-poems (1994-2000) da artista. E acabaram guardadas, por muitos anos, no seu estúdio; como uma espécie de “volume morto“ pessoal. No sábado, dia 17, Lenora de Barros realiza uma visita guiada a partir das 11h30.

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